quinta-feira, 12 de março de 2015

Ano Novo Chines



ANO NOVO CHINES

O ano-novo chinês é uma referência à data de comemoração do ano novo adotadas por diversas nações do oriente que seguem um calendário tradicional distinto do ocidental, o calendário chinês.1

As diferenças entre os dois calendários fazem que a data de início de cada ano-novo chinês caia a cada ano em uma data diferente do calendário ocidental.

O calendário chinês é lunissolar, tem em consideração tanto as fases da lua como a posição do sol. O ano-novo chinês começa na noite da lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo quinto grau de Aquário.

Os chineses relacionam cada novo ano a um dos doze animais que teriam atendido ao chamado de Buda para uma reunião. Apenas doze se apresentaram, Buda em agradecimento os transformo nos signos da Astrologia chinesa.

Os doze animais do Horóscopo chinês a que correspondem os anos chineses são, de acordo com a ordem que teriam se apresentado a Buda na lenda acima citada: rato, búfalo/boi, tigre, coelho, dragão, serpente/cobra, cavalo, carneiro/cabra, macaco, galo, cachorro/cão e o javali/porco.

Desta forma, se 2008 é o ano do rato, 2009 é atribuído ao boi (búfalo), 2010 ao tigre, 2011 ao coelho e assim por diante. 2015 é o ano da cabra.

Fonte: Wikipedia 



Música
"Feliz ano-novo!"  é uma canção popular para as crianças na época de ano-novo.
A melodia é parecida com a canção Oh, Minha querida, Clementina!!

Chorus
Feliz ano-novo! Feliz ano-novo! 
Feliz ano-novo a vocês todos! 
Nós cantamos, nós dançamos. 
Feliz ano-novo para vocês todos! 

Vestuário
As roupas utilizadas durante todo o ano-novo geralmente são da cor vermelha ou de cores vibrantes, pois os chineses acreditam que a cor vermelha afugenta os espíritos malignos e a má sorte. As pessoas também vestem roupas novas da cabeça aos pés para simbolizar um novo começo em um novo ano. Vestir novas roupas também significa a posse de pertences suficientes para usar e vestir no novo ano. O vermelho é a cor da sorte (fortuna).


Práticas: Envelopes vermelhos

Compradores em loja com produtos para o ano-novo chinês em Singapura
Tradicionalmente, os envelopes vermelhos (língua cantonesa: lai sze or lai see); 
(Mandarin: 'hóngbao' ; Hokkien: 'ang pow' (POJ: âng-pau); 
Hakka: 'fung bao'; são dados durante a celebração do ano-novo chinês, de casais ou dos mais velhos para os mais jovens solteiros. É muito comum que adultos e jovens casais deem envelopes vermelhos para crianças.

Os envelopes vermelhos são também conhecidos como  yàsuìqián, originalmente, literalmente, o dinheiro usado para reprimir ou suprimir os espíritos malignos) durante este período.

Os envelopes vermelhos geralmente contém dinheiro, em quantias que variam de alguns reais até valores de centenas de reais. De acordo com o costume, a quantia presenteada deverá sempre em números pares, pois os números ímpares geralmente são utilizados para as quantias de dinheiro dadas durante cerimônias funerais (báijin). O número 8 (ba) para os chineses, por exemplo é considerado como o número da sorte (por causa do homófono "fortuna"), e é muito comum que as pessoas sejam presenteadas nos Estados Unidos com envelopes vermelhos contendo US$8. O número seis (liù) também é considerado como um número da sorte, pois soa como 'suave' (liú), no sentido de se ter um ano suave, tranquilo, calmo.

Números ímpares e pares são determinados pelo primeiro dígito ao invés do último. Trinta e cinco, por exemplo, é um número ímpar, portanto apropriado para cerimônias funerais. Entretanto, é comum e aceitável que se dê envelopes vermelhos utilizando um única nota - de 10 ou 50 yauns. É costumeiro que notas sejam dadas totalmente novas. Tudo relacionado ao ano-novo chinês deverá ser novo, visando atrair sorte e fortuna.

O ato de pedir envelopes vermelhos é chamado de Mandarin   
Uma pessoa casada não pode recusar o pedido, pois isto significa que ela seria desafortunada no ano-novo. Os envelopes vermelhos são geralmente dados por casais casados às crianças mais jovens da família. De acordo com o costume, as crianças desejam aos mais velhos feliz ano-novo, felicidade, saúde e boa sorte antes de aceitarem os envelopes. Os envelopes então são mantidos fechados sob o travesseiro durante sete dias após o ano-novo chinês, porque dormir sobre o envelope simboliza boa sorte e fortuna.

Os japoneses também tem o costume de presentear com envelopes com dinheiro durante o ano-novo, tradição chamada de Otoshidama.

Troca de Presentes
Adicionalmente aos envelopes vermelhos, os quais são geralmente dados do mais velhos aos mais novos, pequenos presentes (comida ou doces) são também trocados entre amigos e parentes (de diferentes famílias) durante o ano-novo chinês. Os presentes usualmente são trazidos quando há a visitação a amigos e parentes. Os presentes podem ser frutas (tipicamente laranjas, e nunca peras), bolos, biscoitos, chocolates, balas, ou algum outro presente singelo.


Comemoração do Ano Novo chinês
A comemoração do Ano Novo chinês começa à meia noite. Nesse momento com a família toda reunida todos se servem de um bolinho cozido (conhecido no ocidente pelo nome de guioza). Após, os mais velhos da família dão presentes em dinheiro aos solteiros e aos mais jovens. Quem recebe o presente não sabe qual é a quantia porque recebe o dinheiro dentro de um envelope de cor vermelha, mas segundo os costumes a quantia é sempre em número par (para dar sorte) e por causa de uma superstição chinesa, a pessoa que deu o presente não pode estar presente quando esse envelope for aberto.
Depois dessa parte importante para eles, tem início as brincadeiras, jogos e são queimados os fogos de artifícios. Os festejos duram por toda a noite, só terminando quando o dia amanhece dando início ao novo ano. Por tradição, as pessoas saem em visitas aos amigos e parentes no primeiro dia daquele ano que se inicia. A Festa das lanternas acontece no décimo quinto dia do mês e depois dessa festa a comemoração do Ano Novo é encerrada.

Outras Formas de Presentear Além, do Envelope Com Dinheiro
Os mais velhos também costumam presentear os mais jovens (parentes e amigos) de diversas famílias com doces ou comidas. Esses presentes também podem ser: laranjas, chocolates, bolos, biscoitos, balas ou algum outro presente que ressalte a singeleza do gesto. Eles são dados quando ocorre a visita a parentes e amigos.

Costumes do Oriente Durante O Ano Novo Chinês
-O envelope vermelho contendo dinheiro pode ser pedido e uma pessoa casada jamais deve recusar tal pedido. Porque, pode atrair má sorte durante todo o ano novo. A quantia no envelope deve ser sempre um número par, porque o número ímpar é usado para presentear em ocasiões fúnebres, durante funerais.

-Os envelopes geralmente são dados por casais aos membros mais jovens da família. E o mais jovens antes de pegarem os envelopes com o dinheiro fazem uma reverência aos mais velhos com votos de felicidade, boa sorte, feliz ano novo, e muita saúde. Após, pegam os envelopes e os  guardam por sete dias embaixo do travesseiro até que passe o Ano Novo. Porque, segundo eles atrai sorte e fortuna dormir sobre o dinheiro.

- Durante todo o Ano Novo os chineses só usam roupas de cores vibrantes ou vermelhas, porque acreditam que essas cores afastam a sorte ruim e todos os espíritos do mal. Também porque segundo eles, a cor vermelha atrai a fortuna. Durante todo o Ano Novo os chineses  se vestem com essas cores (principalmente a cor vermelha) dos pés à cabeça.

Curiosidade Sobre O Envelope Vermelho
Nos Estados Unidos o envelope vermelho contendo dinheiro também é utilizado  como uma forma para presentear pessoas. Porém, lá, geralmente a quantia dentro do envelope vermelho é oito dólares.

Mercados
Mercados ou feiras locais são montados conforme a aproximação do ano-novo, se caracterizando por serem ao ar livre e comercializarem produtos como flores, brinquedos, roupas e até mesmo fogos de artifício. Em alguns lugares a prática de compra da ameixeira perfeita é bastante próxima da tradição ocidental de comprar a árvore de natal.


Assim como outras culturas, o Ano-novo chinês incorpora elementos com profundos significados. Um exemplo é o caracter fú (chinês: língua cantonesa e hakka: fook, literalmente ‘bênção, felicidade’) exibido na entradas das casas em vermelho em formato de diamante, sendo usualmente pendurado de cabeça para baixo, pois o carácter chinês  (dào) "de cabeça para baixo", é homófono de  (dào) "chegar" em todas variedades da língua chinesa, simbolizando então a chegada de sorte, felicidade e prosperidade.


Um carácter invertido "(fú)" é sinal de boa sorte.
Para as pessoas que falam cantonês, a palavra fook invertida soa como "verter", significando então "verter a sorte"/"desperdiçar sorte", o que simboliza má sorte, por isso a comunidade cantonesa não o pendura de cabeça para baixo. Vermelho é a cor predominante nas celebrações de ano-novo. O vermelho é o símbolo da felicidade ou do prazer, e esta cor simboliza virtude, a verdade e a sinceridade. Nas óperas chinesas, a face de um artista pintada de vermelho pode denotar um personagem sagrado ou leal, ou até mesmo um imperador. Balas, bolos, decorações e muitas outras coisas associadas com o ano-novo e suas cerimônias são coloridos de vermelho. O som da palavra “vermelho” ( hóng) é “hong” em Mandarim (Hakka: Fung; língua cantonesa: Hoong) que também significa “próspero.” Portanto, a cor vermelha é e soa como auspiciosa.

Nianhua
Nianhua é um tipo de bloco de madeira de impressão colorida utilizado para decorações de ano-novo.

Flores
A seguir são relacionadas as decorações florais mais populares para o ano-novo que estão disponíveis em feiras e mercados antes do ano-novo.

Decoração floral: Significado
Flor de ameixa - Sorte, fortuna
Fortunella - Prosperidade
Narciso - Prosperidade
Bambu - Uma planta usada durante todo o ano
Girassol - Desejo de um bom ano
Beringela - Uma planta para curar todas as doenças
Chom Mon - Uma planta que fornece tranquilidade

Comemorações no Brasil


Comemoração do ano-novo chinês em São Paulo, Brasil.
Em São Paulo, o maior centro sino-nipônico do Brasil, a festa é realizada na Praça da Liberdade, onde se concentram restaurantes, lojas e mercearias de imigrantes e descendentes chineses direcionados a este público alvo. A comemoração acontece no final de janeiro ou inicio de fevereiro. Uma festa muito alegre e bonita que atrai mais de 100 mil pessoas do Brasil e de várias partes do mundo que visitam a capital paulista. O evento explora vários aspectos da cultura chinesa e suas belas expressões artísticas e culturais. Durante os dias de festa são apresentadas várias atrações no palco como mostras de Kung Fu, de pintura e música chinesas, a tradicional Dança dos Leões, desfile de roupas típicas, entre muitas outras. Próximo ao palco permanecem várias barracas oferecendo um pouco da diferenciada gastronomia chinesa, como tempura de repolho, couve-flor e camarão, Harumaki, o famoso bolinho primavera com recheio de carne e vegetais, e Dorayaki ou Imagawayaki, doce com recheio de feijão Azuki ou creme de baunilha que veio origem de Japão

Fonte: CulturaMix 

Enquanto que na maioria das nações de todo o mundo o Ano Novo é comemorado no último minuto do dia 31 de dezembro para o dia 1º de janeiro do ano seguinte, de acordo com o calendário gregoriano, diversas nações do oriente comemoram o Ano Novo em uma data totalmente diferente dessa que é a que nós usamos. Essa diferença é devida ao fato de eles comemorarem de acordo com outro calendário. Completamente diferente do que nós usamos e, que a maioria das nações do ocidente usa. Principalmente o povo Chinês. O calendário em que o povo chinês se baseia para comemorar o Ano Novo é completamente diferente do que é usado pela maioria das nações.

Ano Novo Chinês
Em Que Se Baseia O Calendário Lunar
O calendário chinês que é chamado de calendário lunar, na verdade é lunissolar. Porque, ele é baseado na posição do sol tanto quanto nas fases da lua. Por essa razão, enquanto no calendário tradicional do ocidente o Ano Novo é comemorado sempre na mesma data, no calendário chinês a comemoração acontece em uma data diferente a cada ano. O início do Ano Novo chinês acontece quando ocorre a noite da lua nova mais perto do dia em que pelo 15º grau de Aquário o sol passa.


Ano Novo Chinês
De acordo com os registros encontrados tem cerca de dois mil anos a comemoração do modo que é até atualmente, o Ano Novo chinês. Através de histórias, lendas e hábitos os chineses foram moldando essa tradição. Acendem incensos para atrair fluidos benéficos. Essa época tem muita importância para todo o povo chinês.
A comemoração em tudo é diferente da nossa. Eles começam semanas antes a preparação para essa passagem. Para que os maus espíritos sejam afastados de seus lares, eles fazem uma limpeza total nos mesmos. Depois para poder ficar festejando com a família eles fazem uma espécie de feriado prolongado (pausa) no trabalho.
Continuando a preparação, eles fazem uma oferta de comida ao Deus da Cozinha quando chega o 23º dia que acontece o último mês de lua. Essa oferenda é porque de acordo com os chineses é esse Deus que tem a responsabilidade por deixar a família próspera. Entre os costumes que eles têm relacionados ao Ano Novo, está em fixar papéis vermelhos nas janelas e portas das residências com escritas em dourado de bom agouro. Segundo eles, para proteger a todos que ali moram e atrair para o local, bons fluídos. Ainda na comemoração do Ano Novo Chinês, na véspera, os chineses produzem uma mesa farta e vestidos com roupas novas reúnem-se à mesa com a família.


Calendário Chinês Para O Ano Novo
Segundo os chineses Buda convocou os animais para uma reunião, mas somente doze atenderam à sua convocação. Por isso, Buda os transformou, como forma de demonstrar a sua gratidão nos signos que representam a Astrologia chinesa.
De acordo com a lenda, os animais que se apresentaram foram: rato, boi, tigre, coelho, dragão, cobra, cavalo, cabra, macaco, galo, cão e porco. E, essa foi a ordem em que eles se apresentaram a Buda e, o horóscopo chinês é formado por esses doze animais.
De acordo com o horóscopo chinês, 2008 foi o ano do rato, 2009 o ano do boi, o tigre foi o ano de 2010, 2011 o ano do coelho e assim sucessivamente.
E 2015 É O ANO DA CABRA!!

ANO NOVO EM SINGAPURA

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sexta-feira, 6 de março de 2015

Uma Homenagem a Gente Que Faz!!


*UMA HOMENAGEM A GENTE QUE FAZ*
‘Leitura no Vagão’ incentiva leitura nos metrôs de São Paulo
Vanessa Daraya 24 de fevereiro de 2015

Quem mora em grandes cidades está sempre com pressa. Corre para chegar pontualmente em qualquer compromisso – trabalho, escola, um curso especial, cinema, encontrar os amigos…
Ouvir alguém dizer que não tem tempo para fazer o que gosta virou rotina. Você, por exemplo, consegue dedicar parte do seu dia à leitura prazerosa de um bom livro? Muita gente tem a resposta na ponta da língua: “não”.

Ao observar as pessoas que encontrava todos os dias no trajeto de metrô para o trabalho que Fernando Tremonti, 26 anos, desenvolvedor de software, teve a ideia de criar projeto para incentivar a leitura e tornar a vida de alguns usuários de metrô, na cidade de São Paulo, mais agradável. Assim, em agosto de 2014, surgiu o Leitura no Vagão.

“Observei que a maioria das pessoas está sempre conectada aos seus smartphones, mas nunca com um livro em mãos. Leio dois títulos por semana só nas viagens que faço do trabalho para casa e vice-versa. A leitura nos torna mais interessantes, amplia nosso repertório, nos faz viajar sem sair do lugar. Ela me transformou em um ser humano muito melhor – ainda em construção, mas bem melhor do que antes”, me contou Fernando.


Para espalhar a ideia pelos vagões que frequenta, ele criou folders que encartou nos livros que começou a deixar nos bancos de alguns vagões em cada ‘viagem’. “Impossível ver um livro no banco e não pegá-lo, já que é preciso tirá-lo dali para sentar. Isso já provoca qualquer pessoa a folheá-lo… e, quem sabe, sentir sua ‘energia’”, explica. “Mas, mesmo com a apresentação do projeto no folder, as pessoas demoram a aderir e, quando me veem deixar o livro no assento, me avisam que o esqueci. Respondo: ‘Agora é seu, um presente’”.

Fernando deixa cerca de vinte livros por semana em diversas estações. “Na verdade, por fazer sempre o mesmo percurso, divido a tarefa com todos de casa já cedinho, quando separo os títulos do dia”.

Ele acredita que o hábito de ler ainda está muito aquém do que poderia ser, entre os brasileiros. Com o projeto, espera que a leitura transforme a vida das pessoas assim como mudou a dele. “Comecei a ler fervorosamente há seis anos. E sei o bem que esta prática me fez em vários sentidos”. E completou: “Espero que a leitura mude a vida das pessoas como mudou a minha, de um ser humano arrogante para alguém que sabe que tem muito o que aprender”, disse empolgado.

O projeto de Fernando não para por aí! Ele também sorteia livros e brindes nas páginas do seu projeto no Facebook*, Twitter* e Instagram*, e tenta divulgar o trabalho de escritores independentes, como de seu pai, que lançou a obra Sobrevivi a um AVCi Tipo Tronco – Agora quero voltar a ser eu novamente. “Sei que é complicado lançar um título. Alguns autores fazem doações e eu ajudo a divulgar para que o trabalho dessas pessoas se espalhe”.

Quer ajudar a disseminar a leitura nos trens e metrôs de São Paulo? Você pode aderir ao projeto de Fernando de duas formas: doando livros – “Isso é importante porque assim consigo distribuir mais obras por dia” – ou solicitando folders e espalhando sua ideia. E mais: se encontrar algum livro do projeto por aí ou alguém que curtiu a ideia, tire uma foto (neste segundo caso, peça autorização, claro!) e publique nas redes sociais com a hashtag #LeituraNoVagão.

A ideia de deixar livros em qualquer lugar para incentivar a leitura não é nova. Em 2013, noticiamos sobre dois projetos bem bacanas, aqui no Blog da Redação: Parada do Livro, em São Paulo  e Little Free Library, que começou nos Estados Unidos e se espalhou por outros continentes. A jornalista Giu Capello, do blog Gaiatos e Gaianos, também aqui no site do Planeta Sustentável, contou no post Leitura no ponto de ônibus sobre a linda experiência da cidade onde mora, Piracaia, interior de São Paulo.

Fernando e todos que iniciaram projetos de leitura como esses foram movidos pelo prazer de ler e pelo desejo de compartilhar esse prazer, incentivando outras pessoas a otimizar seu tempo livre (ou perdido nos trens e vagões) e enriquecê-lo na companhia dos livros. Belo ideal.

“Prefiro dizer para quem não tem o costume de ler: ‘Não acredite no que dizem sobre leitura, mas a experimente’. E quem sabe a oportunidade de fazer o teste esteja no banco de um vagão que você quer sentar”, completou.


Fernando já conseguiu autorização do metrô para fazer uma ação especial e colocar um livro em cada banco de um vagão no terminal Barra Funda.
Ele também registrou uma leitora de um dos livros que colocou no banco do vagão. Dá até para ver o folder que Fernando colocou na capa da obra.



Fonte: Super Abril 

Consulte outros links destes trabalhos maravilhosos!!
Parada do Livro
Leia também:

Fotos: Divulgação/Fernando Tremonti



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domingo, 22 de fevereiro de 2015

A História do Seguro


SEGUROS

A História do Seguro

O seguro nasceu da necessidade do homem em controlar o risco. Existem indícios que já na Babilônia, 23 séculos antes de cristo, caravanas de cameleiros que cruzavam o deserto mutualizavam entre si os prejuízos com morte de animais. Na China antiga e no Império Romano também havia seguros rudimentares, através de associações que visavam ressarcir membros que tivessem algum tipo de prejuízo.

Os comerciantes chineses que se aventuravam a transportar as suas mercadorias instalando-as em débeis embarcações que desciam pelas correntezas dos grandes rios continentais e que, para evitar a ruína de alguns deles, distribuíam-nas de modo a que cada barco contivesse uma parte de cada comerciante, estavam aplicando o principio básico do seguro. Se uma embarcação naufragava, a perda correspondia a uma pequena parte dos bens de cada um. O mesmo se pode dizer dos comerciantes árabes, que para cruzar os desertos e lugares inóspitos distribuíam os seus bens entre várias caravanas e, dentro da mesma caravana, entre diversos camelos. LARRAMENDI (1997, p. 2)

Com o Renascimento e a expansão marítima da época Mercantilismo a cobertura aos riscos ganhou nova importância. Tornaram-se comuns operações chamadas de Contrato de Dinheiro e Risco Marítimo que consistia num empréstimo dado a um navegador, e que previa uma cobrança maior no caso de sucesso da viagem e o perdão da dívida se a embarcação e a carga fossem perdidas. Foi em virtude dos seguros marítimos que se desenvolveu a gestão de risco na maior parte do mundo.

Essas formas pitorescas foram de extrema importância para garantir a segurança das mercadorias que circulavam por vias terrestres e marítimas. Nessa época o seguro ainda inspirava dúvidas com relação à integridade das “seguradoras” – que na verdade eram pessoas que assumiam os riscos.

Mas, o seguro foi criando força e conquistando credibilidade, e foi em Gênova, por volta de 1347, que o primeiro contrato de seguros foi escrito. Nele continha inúmeras cláusulas que garantiam ou isentavam os seguradores de pagarem as indenizações. As primeiras apólices são datadas de 11/07/1385 (Pisa/ Itália) e 10/07/1397 (Florença/ Itália). As apólices tornavam-se comuns no final do século XIV.

No século XVII, o mercado securitário se expandiu e ganhou novos produtos de cobertura terrestre, especialmente em decorrência do Grande Incêndio de Londres de 1666, que destruiu cerca de 25% da cidade.

Com a Revolução Industrial, o seguro acabou se tornando um item praticamente obrigatório em todas as áreas da atividade humana, afinal, os avanços tecnológicos, as atividades de alto risco e os novos meios de transportes podem causar prejuízos de proporções incalculáveis.

Todo esse crescimento da indústria, do comércio e dos meios de transporte, fez com que as empresas seguradoras também evoluíssem para acompanhar a demanda do mercado. Hoje existem seguradoras que controlam vultosos valores, contribuindo com a sociedade, na geração de empregos e com projetos de responsabilidade social.


Seguros no Brasil

O seguro no Brasil desenvolveu-se com a vinda da Família Real Portuguesa e a abertura dos portos, em 1808, que intensificaram a navegação. A primeira empresa seguradora do país, a Companhia de Seguros Boa-Fé, surgiu no mesmo ano, com objetivo operar no seguro marítimo.

Neste período, a atividade seguradora era regulada pelas leis portuguesas. Somente em 1850, com a promulgação do "Código Comercial Brasileiro" (Lei n° 556, de 25 de junho de 1850) é que o seguro marítimo foi pela primeira vez estudado e regulado em todos os seus aspectos.

O advento do "Código Comercial Brasileiro" foi de fundamental importância para o desenvolvimento do seguro no Brasil, incentivando o aparecimento de inúmeras seguradoras, que passaram a operar não só com o seguro marítimo, expressamente previsto na legislação, mas, também, com o seguro terrestre. Até mesmo a exploração do seguro de vida, proibido expressamente pelo Código Comercial, foi autorizada em 1855, sob o fundamento de que o Código Comercial só proibia o seguro de vida quando feito juntamente com o seguro marítimo. Com a expansão do setor, as empresas de seguros estrangeiras começaram a se interessar pelo mercado brasileiro, surgindo, por volta de 1862, as primeiras sucursais de seguradoras sediadas no exterior.

Estas sucursais transferiam para suas matrizes os recursos financeiros obtidos pelos prêmios cobrados, provocando uma significativa evasão de divisas. Assim, visando proteger os interesses econômicos do País, foi promulgada, em 5 de setembro de 1895, a Lei n° 294, dispondo exclusivamente sobre as companhias estrangeiras de seguros de vida, determinando que suas reservas técnicas fossem constituídas e tivessem seus recursos aplicados no Brasil, para fazer frente aos riscos aqui assumidos.

Algumas empresas estrangeiras mostraram-se discordantes das disposições contidas no referido diploma legal e fecharam suas sucursais.

O mercado segurador brasileiro já havia alcançado desenvolvimento satisfatório no final do século XIX. Concorreram para isso, em primeiro lugar, o Código Comercial, estabelecendo as regras necessárias sobre seguros marÍtimos, aplicadas também para os seguros terrestres e, em segundo lugar, a instalação no Brasil de seguradoras estrangeiras, com vasta experiência em seguros terrestres.

Em 1939, foi criado pelo governo Vargas o Instituto de Resseguro do Brasil (Atual, IRB Brasil Re), com a atribuição de exercer o monopólio, quebrado em 2007, do resseguro no país. Em 1966 surgiu a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), para substituir Departamento Nacional de Seguros Privados e Capitalização como órgão oficial fiscalizador das operações de seguro, estabelecendo-se assim o Sistema Nacional de Seguros Privados.


Classificação dos Seguros
Os seguros são divididos em três categorias: Seguros de Pessoas (vida, acidentes pessoais, saúde), de Bens (incêndio, vidros, cascos, transportes, automóvel, roubo, lucros cessantes), e de Responsabilidade (crédito, fidelidade, responsabilidade civil).

No Brasil, a SUSEP - SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS - definiu em 2003 nove grupos nos quais dividiu e classificou os ramos de seguro.

Para a contratação de um seguro é necessário que o negócio seja intermediado pelo Corretor de Seguros, devidamente habilitado, Para isso pergunte sempre o número da SUSEP de seu corretor de seguros. O Corretor de seguros é o responsável legal e lhe representa diante a Seguradora, defendendo seus interesses.


Ramos de Seguros
Os ramos de seguros se dividem basicamente pelo tipo de item segurado. Alguns são comumente contratados por pessoas físicas, outros por pessoas jurídicas, mas esta não é uma regra estrita.


Seguros Comuns Para Pessoas Físicas


Seguro de Automóvel: Este seguro cobre perdas e danos ocorridos aos veículos terrestres automotores. Coberturas básicas: colisão, incêndio e roubo que podem ser contratadas separadamente ou agrupadas. Este seguro pode cobrir também prejuízos causados a terceiros (Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos – RCF.V), Acidentes pessoais de Passageiros, Assistência 24 hs e reposição de veículo em caso de acidente. Seu custo varia de acordo com as características do carro. Atualmente existe uma enorme discussão sobre a criação de associações de proteção veicular que oferecem serviços parecidos com seguros. A SUSEP (Superintedência de Seguros Privados) considera a atividade ilegal, pois não é regulamentada; mas alguns doutrinadores possuem posicionamento contrário, já que a Constituição Federal, em seu artigo 5º, garante o direito à livre associação . A questão ainda está sendo analisada pela jurisprudência pátria.

Seguro Obrigatório de Automóveis (DPVAT): Este seguro é um seguro de responsabilidade civil obrigatório, pago anualmente pelo proprietário de automóvel juntamente com o IPVA. Este seguro visa indenizar vítimas de veículos automotores de via terrestre, não importando quantas estiverem envolvidas em um mesmo acidente. Independente da apuração dos culpados.

Seguro de Bicicleta: Este seguro cobre furtos e roubos de veículo a propulsão humana de duas rodas.

Seguro de Vida: Este seguro garante ao beneficiário ou ao próprio segurado um capital ou renda determinada no caso de morte, ou no caso do segurado sobreviver em um prazo convencionado. Mediante coberturas adicionais, pode cobrir invalidez permanente. Este seguro opera em duas modalidades: seguro de vida individual e seguro de vida em grupo.

Seguro Saúde: Objetiva garantir o reembolso das despesas médico-hospitalares, dentro dos limites estabelecidos na apólice, decorrentes de acidentes ou doenças, efetuados pelo segurado titular e respectivo dependentes. O segurado tem livre escolha dos serviços médicos.

Seguro Viagem: Tem por finalidade cobrir custos relacionados a doenças ou acidentes durante viagens. É válido durante um período pré-determinado escolhido no momento da compra do seguro e começa a vigorar a partir do início da vigência desde que o assegurado esteja no aeroporto ou pelo menos 100 km de distância de sua residência. As coberturas variam de acordo com a seguradora e o plano, a maioria dos seguros oferecem cobertura em caso de doença e acidentes, porém é muito comum os planos oferecerem outras coberturas, como bagagem, atraso de voo, concierge, fiança e outros. Brasileiros viajando para Europa devem contratar obrigatoriamente uma cobertura de no mínimo 30 mil Euros de acordo com exigências do tratado de Schengen, em caso de não apresentação do voucher (comprovante do seguro) a entrada pode ser negada.


Seguros Comuns Para Pessoas Jurídicas


Seguro Incêndio: Este seguro oferece cobertura para danos causados por incêndio, queda de raios e explosão causada por gás. Legalmente obrigatório para as pessoas jurídicas.

Seguro de Roubo: Este seguro tem por finalidade básica garantir indenização por prejuízos conseqüentes de roubo e/ou furto qualificado.

Seguro de Crédito: apólice de seguro contratada principalmente por empresas com o objetivo de assegurar o valor total ou parte das negociações, contra o risco de inadimplência de pagamentos.

Seguro Agrícola: oferece cobertura contra perdas físicas da lavoura, geralmente decorrente de intempéries como chuva, seca, granizo etc.

Seguros pela Internet
Algumas seguradoras já disponibilizam sistemas próprios para cálculo e contratação de seguros pela Internet. 

Outras iniciativas partem de grandes corretoras que também possuem sistemas integrados às seguradoras para contratação online. 

Nos EUA e Europa 7% dos seguros são comercializados pela internet, principalmente através de sites de brokers que comparam os produtos de várias seguradoras. 


Contratação de Seguros

Para contratação de seguros no Brasil é exigida a intermediação de um corretor de seguros habilitado (espécie de advogado do segurado). A necessidade do intermediário remete ao problema de conflitos de interesse entre a seguradora e o cliente (a seguradora é uma instituição financeira que visa lucro, e portanto pode não esclarecer pontos importantes para o pagamento da indenização, por exemplo).


Fonte: Wikipedia 




Aprenda Como Cuidar de um Rottweiler.


Como Cuidar de um Rottweiler

Uns dizem que o Rottweiler tem origem desconhecida e provavelmente descente do Mastiff Italiano.
Mas ja li que foram criados a principio para serem Guardiões dos Templos.

Durante a idade média, o Rottweiler era usado como cão pastor. 
Essa raça quase foi extinta no século 19, mas conseguiu sobreviver e voltou com força total no século 20. 
O Rottweiler é usado hoje em dia para diversas funções, como tracking, pastoreio, cão de guarda, cão policial e cão de alerta.

Temperamento do Rottweiler

O Rottweiler pode ser um cão amável e divertido, mas ele é muito poderoso e pode ser sério às vezes. 
Um treinamento de obediência adequado desde filhote e a socialização são extremamente necessários (para todas as raças, não somente Rottweilers). 
Essa raça pode ser muito territorial e protetora de sua família e casa. 
Rottweilers podem ser bem intimidadores e ainda carregam a fama de serem bravos, mas eles são ótimos para famílias e podem ser muito dóceis também.

O temperamento de um Rottweiler pode variar. 
Alguns podem ser muito apegados e dóceis (bobos, mesmo!), enquanto outros podem ser mais irritados. 
É importante que essa raça seja socializada desde filhote, para que não estranhe animais ou pessoas quando adultos e por ser uma raça muito forte e poderosa, pode causar problemas. 

Rottweilers são ótimos com crianças se criados em um ambiente com criancas desde cedo, mas devem ser supervisionados quando estão com crianças muito pequenas, pois são muito fortes e grandes. 

O Rottweiler se dá bem com outros cães, mas podem mostrar sinais de agressividade se não tiverem sido acostumados com a presença de outros cães desde filhote. Ou seja: quando for filhote, seu Rottweiler precisa ser apresentado a todos os estímulos, como crianças, outros animais, outros cães, pessoas de diversas etnias etc. 

É também uma raça muito protetora tanto para com sua família quanto para com seu território.

Como Cuidar de um Rottweiler

Rottweiler está entre os 10 cães mais inteligentes do mundo.
O Rottweiler tem um pelo curto e brilhante, de fácil manutenção. 
Escovar regulamente para tirar o excesso de pelos mortos é suficiente para mantê-lo bonito. 
Dar banho com muita frequencia vai tirar a oleosidade natural de sua pele, causando sérios problemas dermatológicos. 
Não dê banho com muita frequência em seu cão. 
Banho à seco é usado em muitos Rottweilers para não remover a oleosidade natural de sua pele.

Inteligência e Treinamento

Rottweilers adoram aprender e serão excelentes se tiverem oportunidade. 
Treino de obediência é essencial, já que essa raça pode se tornar bem destrutiva se não for estimulada. 
É preciso uma pessoa forte, firme e dominante quando for treinar esse cão poderoso. 
O Rottweiler é extremamente inteligente e se sai muito bem em diferentes esportes, mas também pode ser teimoso. 
Ocupam o 9º lugar no ranking de inteligência canina.

Atividade e Exercícios

Um Rottweiler deve ter no mínimo um quintal grande para se exercitar. 
Prender um Rottweiler dentro de um apartamento, por maior que o apartamento seja, não é uma boa idéia. 
Eles não são ativos dentro de casa, então eles precisam de muito exercício fora de casa, sem coleira de preferência. 
Por isso a importância do quintal, cercado, sempre. 
Essa raça ama passear por uma longa jornada e deve sair pra passear no mínimo duas vezes por dia, com um total de 2 horas de exercício por dia. 
Não ignore essa necessidade dos Rottweilers, pois pra ter um cão equilibrado, feliz e dócil, você deve suprir o que ele precisa.

Resumindo

– Grande, muito forte e poderoso
– Altamente inteligente (9º lugar no ranking de inteligência canina)
– Sério e confiável
– Muito protetor e territorial com sua casa e sua família
– Naturalmente alerta para estranhos e não será amigável com alguém que ele não tenha sido apresentado adequadamente
– Pode ser muito agressivo se alguém invadir seu território
– Pode ser agressivo com outros cães machos
– Ele é brincalhão e divertido
– É ótimo com crianças
– É o melhor cão de guarda de todas as raças
– Não tem medo de nada

Fonte: Tudo sobre a raça Rottweiler 







Rottweiler, Saiba um Pouco Mais...


Rottweiler, Saiba Um Pouco Mais...


Apesar de ser uma raça versátil, utilizada hoje em dia para diversos propósitos, o Rottweiler é principalmente uma das mais antigas, se não a mais antiga das raças de pastoreio.

As origens da raça são remotas, e várias as hipóteses propostas. Os alemães asseguram que o Rottweiler é de criação absolutamente germânica, tendo a cidade de Rottweil como a origem do nome da raça. O Rottweiler teria, portanto, se originado do Mastim Tibetano, que servia aos romanos como guarda e na condução do gado. 

A raça foi oficialmente reconhecida pelo American Kennel Club em 1931 e embora ainda usado em atividades de pastoreio, o Rottweiler desempenha hoje outras funções, como as de cão de resgate e busca, cão-guia para cegos e cão de guarda ou policial.

Trata-se de um cachorro de tamanho grande, nem pesado nem leve. Não é um cachorro alto, seu corpo é curto, compacto e robusto. De inteligência notável, a devoção e dedicação ao trabalho do Rottweiler são extraordinárias, assim como a obediência, incorruptibilidade, força e tenacidade. 

De acordo com o padrão da raça, o Rottweiler tem boa índole, é calmo, muito dedicado, obediente, dócil e ansioso para trabalhar.

O Rottweiler é um cão forte, com acentuada predisposição genética às atividades de pastoreio e instintos de guarda.

Como acontece com qualquer outra raça, o comportamento potencialmente perigoso em cães da raça Rottweiler geralmente é resultado da posse irresponsável, abuso, negligência ou falta de socialização durante a fase de crescimento.

O aspecto geral da raça Rottweiler demonstra, a primeira vista, espontaneidade e coragem. Seu olhar tranquilo denota suavidade e fidelidade absoluta. 

O caráter da raça está isento de inquietação e nervosismo, não tem malícia, nem falsidade. Os olhos do Rottweiler tem tamanho médio, cor castanho-escuro, e expressam ternura e fidelidade.

A pelagem é curta, densa, de pelo reto, sem sub-pelo no pescoço, de tamanho mais longo somente nos membros anteriores, posteriores, e na cauda, enquanto no resto do corpo tem uma pelagem mais curta e bem aderente.

De grande porte, a altura desejada para os cães machos da raça varia entre 60 e 68 cm, medidos sempre a altura da cernelha. Já as fêmeas desta raça devem medir entre 55 e 65 cm, sempre em harmonia com a estrutura geral do cachorro.

Fonte: Guia de Raças 







Rottweiler, Pra Quem Ama Essa Raça Como Eu!!


ROTTWEILER, PRA QUEM AMA ESSA RAÇA COMO EU!!

Rottweiler é uma raça canina desenvolvida na Alemanha.
Cão criado por açougueiros da região de Rottweil para o trabalho, logo tornou-se um eficiente animal de guarda e pastoreio, além de útil na tração. Devido à sua utilidade, tornou-se popular em todo o mundo. É uma raça descrita como de exemplares inteligentes, valentes e devotados. Fisicamente é um animal forte, de pelagem preta e curta, com marcações em mogno; é robusto e de estrutura compacta, que transparece força, agilidade e resistência.

Rottweiler com Cauda Natural


O Rottweiler é uma raça de cães leais e que adoram sua família, tem muita paciência com as crianças, só que para isso eles precisam ser criados com proximidade a crianças desde filhotinhos, geralmente o Rottweiler não gosta de ser um cachorro criado sozinho. Além de ser um cão de guarda e pastoreio é um cão de companhia. Trata-se de um cão inteligente, que necessita ser adestrado, responde muito bem ao adestramento e gosta muito de ver seus proprietários felizes. Esta característica fez com a raça tenha sido muito aproveitada em trabalhos diversos.

Filhotes de Rottweiler com 3 Semanas de Vida


Famoso por ser um cão bastante equilibrado, e também possuir um instinto territorial muito aguçado, ainda assim é uma raça tranquila, muito apaixonada por seus proprietários e também bastante resistente. Outra grande qualidade da raça é a boa convivência com outros animais, contanto que da mesma forma como com a convivência com crianças, tenha sido acostumado desde cedo.

Alguns exemplares da raça Rottweiler quando são educados de uma maneira equivocada, por pessoas que não estão acostumadas com o manuseio de cães, principalmente de porte grande, podem acabar se tornando animais um pouco agressivos.

Por isso a raça não é adequada para pessoas que não saibam assumir o controle e a liderança de seu cão. Outra peculiaridade da raça é que, eles necessitam realmente do convívio com seus proprietários, como são animais muito devotados, tendem a não lidar bem com o confinamento e a solidão.


Fonte: Wikipedia 


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A Hora Certa de Adquirir Um Imóvel



A Hora Certa de Adquirir Um Imóvel

Na Planta ou Pronto e Acabado? 
O Poti dá as dicas para acertar no momento da compra da sua residência.

Depois de analisar bem sua situação e concluir que este é o momento de comprar sua casa ou apartamento, é hora de observar alguns aspectos fundamentais para que possa fechar um bom negócio. A escolha do local é o ponto de partida para a procura de um imóvel. Analisar com cuidado o acesso ao trabalho e a oferta de comércio e serviços nas proximidades é uma das prioridades. Mas uma dúvida que impera os pensamentos do comprador é a seguinte: deve-se comprar o imóvel na planta, ou só depois de pronto? O Poti lhe ajuda a escolher.

Para tomar esta decisão você deve observar muito bem os prós e contras de cada situação. Procure sempre empresas com tradição no mercado, negócios bastante consolidados e livres de reclamações no Procon, sobretudo se você escolher a compra de imóvel na planta. Analise muito bem o projeto e tudo o que for estabelecido. Procure ser bastante criterioso e controle sua ansiedade. Afinal, você está adquirindo algo que ainda não existena prática. Por mais que você visite o apartamento decorado e veja fotos e maquetes do projeto, não há garantia de que tudo ficará exatamente da forma como você idealizou.

De acordo com o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea/RN), Adalberto Pessoa, comprar na planta tem suas vantagens e desvantagens. "É vantajoso quando o adquirente é assalariado e tem a capacidade de endividamento a médio e longo prazo assegurada, oportunizando a aquisição da tão almejada casa própria", afirma. Adalberto continua dizendo que também é vantajoso para quem não quer se desfazer de qualquer bem ou propriedade de imediato e compra um patrimônio futuro considerado bem de raiz ou bem de capital.

"A principal desvantagem desta opção é não conhecer no momento da contratação o bem que lhe vai ser entregue, e aí nestes casos o adquirente terá como redutor desta desvantagem a capacidade de escolher no mercado o bom empreendedor, a boa construtora", coloca o presidente do Crea-RN. "Para isso é importante a pesquisa junto a prefeitura do município, e aos órgãos de controle de crédito quanto à viabilidade de financiamento do imóvel", completa.

Adalberto Pessoa acredita que comprar o imóvel pronto guarda mais vantagens porque garante a substituição do capital pelo imóvel imediatamente, trazendo para o adquirente total conhecimento do que está comprando. Além disso, a pesquisa junto a prefeitura ou órgãos financiadores, ou até mesmo instituições de fiscalização externa, é imediata, porque o bem está ali, pronto. Outra vantagem é a que proporciona ao comprador investir no que mais se adequa ao seu gosto familiar, opção muito comum aos que têm dificuldades de visualizar os projetos apresentados previamente.


Para o Sinduscon/RN
Comprar na Planta Traz Maior Vantagem


Carlos Luiz Cavalcanti de Lima, diretor de comunicação e marketing do Sindicato das Indústrias da Construção Civil (Sinduscon-RN), responde pelo órgão aos questionamentos e revela que é mais vantajoso adquirir um imóvel na planta. "Inegavelmente comprar na planta é muito mais vantajoso, pois se ganha no mínimo 20% em relação ao imóvel pronto", afirma.

Segundo ele, o mais importante, tanto para a aquisição imediata, como a aquisição a médio e longo prazo, é a qualificação da empresa construtora, da empreendedora, e do agente financeiro responsável pelo financiamento. "Existem no mercado um numero considerável de empresas idôneas, que oferecem confiança a quem compra, e primam pela qualidade construtiva. Se o uso é imediato, e há disponibilidade financeira, não há dúvida de que comprar o pronto é a melhor solução", sugere. "Se a escolha é pela segunda moradia, ou investimento futuro, ou ainda programação futura de aquisição da casa própria, a melhor opção é comprar na planta", finaliza.


Outros Gastos


Não se pode esquecer que os gastos com o imóvel não acabam na compra. Além das taxas e impostos associados com o processo de aquisição do imóvel, é preciso levar em consideração os gastos mensais com manutenção, seguro, IPTU, condomínio entre outros gastos.

Coloque na ponta do lápis todas as despesas. Caso mais do que a metade do seu orçamento esteja comprometida com prestações de financiamentos, reveja suas prioridades. O mesmo vale para os gastos totais com o imóvel - que incluem a prestação, e os demais gastos - e que não devem superar o percentual de 40% do seu orçamento mensal.


Opções Dependem da Necessidade do Comprador


Comprar na planta ou depois de pronto depende fundamentalmente da necessidade de uso do comprador, ou do seu planejamento de investimento. Para o corretor imobiliário Caio Fernandes, as duas formas são interessantes, pois em ambas a operação é de compra e comprar sempre foi sinônimo de prosperidade. No entanto, ele adverte: "O mais importante nos dois casos é que se observe bem a parte legal da transação, como registro de incorporação, memorial descritivo, se a planta atende as necessidades da família, histórico cadastral das empresas vendedoras (construtora e imobiliária) e finalmente observar as formas de pagamento, se estão dentro do seu orçamento para não ser surpreendido pelas correções ou taxas de juros",

Caio afirma também que em caso de financiamento bancário deve-se verificar a taxa de financiamento, e que fazendo tudo isso em qualquer uma das formas de compra, na planta ou depois de pronto, o comprador terá feito um excelente negócio. O dono da imobiliária que leva o seu nome explica também em que situações é mais vantajoso comprar o imóvel na planta ou apenas depois de pronto.

"Deve-se comprar um apartamento na planta quando você não esta com pressa de se mudar, ou tem um planejamento para alguns anos, quer pagar de forma facilitada sem apertos, ou para investimento, visto que a lucratividade final de um imóvel que se compra na planta bate qualquer tipo de investimento financeiro, chegando em alguns casos a ficar acima de 60% de valorização", afirma. "Compra-se um imóvel pronto quando se tem a necessidade imediata de residir, ou quando a compra é feita para fins de locação, o que também trás um bom retorno financeiro", finaliza Caio Fernandes.

Fonte: Diário de Natal / RN, Alex Costa


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